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Fórum de Davos vai continuar mas deve mudar

(swissinfo.ch)

Denunciado como um dos pensadores da globalização, o Fórum Econômico Mundial de Davos, nos alpes suíços, deverá se abrir aos contestadores da globalização. A segurança de empresários e políticos durante o encontro está muito cara e o governo estadual teme manifestações violentas como as que ocorreram em Gênova.

As manifestações cada vez mais maiores e mais organizadas dos adversários da globalização estão colocando em dúvida a viabilidade do Fórum Econômico Mundial (WEF) de Davos, na Suíça.

A tal ponto que o governo estadual mandatou um especialista (Peter Arbenz) para analisar se valia ou não a pena continuar sediando o WEF. A conclusão é positiva mas com algumas recomendações.

Violências já ocorrem em Davos

O Fórum de empresários e políticos será realizado nos próximos anos mas deverá abrir-se às organizações não governamentais (ONGs) que criticam a globalização e, assim, tentar impedir manifestações violentas como as ocorreram em Gênova, em julho.

Nos últimos 2 anos, esquemas severos de segurança tentaram impedir manifestações durante o Fórum de Davos. No último deles, em janeiro, a cidade foi inteiramente cerca pela polícia, criando uma imagem desfavorável da idílica estação de inverno.

O esquema de segurança custou 8 milhões de francos suíços e as autoridades estaduais sabem que não podem reforçá-lo ainda mais. Além disso, as manifestações ocorreram em outras cidades, principalmente em Zurique, com feridos e depredações.

A sugestão de especialistas e autoridades estaduais é que o WEF se transforme, pouco a pouco, em diálogo sobre as vantagens e incovenientes da globalização. Resta saber se o próprio WEF vai aceitá-la e se os adversários da globalização virão a Davos para dialogar.

swissinfo com agências


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