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Deficientes criticam acessibilidade dos novos trens suíços

Pela lei, os cadeirantes têm de poder entrar nos trens sem precisar de ajuda. Keystone

Grupos que representam cadeirantes iniciaram uma ação legal que pode atrasar ainda mais a implantação de novos trens de dois andares pela Companhia Ferroviária Federal (SBB-CFF). Segundo eles, os novos vagões não permitem o acesso autônomo de cadeiras de rodas.

Este conteúdo foi publicado em 30. janeiro 2018 - 11:29

A notícia de que a associação Inclusion Handicap apresentou uma queixa legal contra as SBB-CFF foi anunciada segunda-feira pelo noticiário "10vor10" da televisão pública suíç, SRF.

De acordo com o programa, representantes de associações de cadeirantes que participaram de uma demonstração dos novos trens em dezembro de 2017 descobriram que as rampas para entrar e sair do vagão eram muito íngremes, e os usuários de cadeiras de rodas não podem acessa-los sem assistência.


Isso é contrário a uma lei em vigor desde 2004, estipulando que os passageiros com deficiência podem usar o transporte público de forma independente, sem a ajuda da equipe ferroviária, diz a Inclusion Handicap.

O processo, que será decidido pelo Tribunal Administrativo Federal em St. Gallen, exige que os seis novos trens já construídos sejam adaptados e que as mudanças também sejam aplicadas aos 56 trens em construção.

A SBB-CFF está relutante em se comprometer com as adaptações, o que poderia custar milhões de francos, diz o relatório.

Em uma declaração escrita, a empresa se desculpou, mas não pretende comentar o caso até que o processo judicial seja decidido. A SBB-CFF declarou que estava convencida de que o projeto cumpre as leis relativas aos deficientes.

Os trens, projetados pela Bombardier, foram projetados para aumentar a capacidade nas principais rotas, incluindo Zurique-Berna e Lausanne-Genebra, e deverão permanecer em serviço nos próximos 40 anos.

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