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Festival tem sua própria vitrina

Jean-Luc Godard - arquivo - um dos nomes que sobressaem no evento

(Keystone Archive)

A produção cinematográfica anual 2001 da Suíça é apresentada de 3a. a domingo, em Soloturno, a 30 km de Berna. São ao todo 250 filmes e videos: longas e curtas metragens, de vários gêneros.

A Suíça é certamente uns dos poucos, se não o único país, que organiza um festival para avaliar sua própria produção cinematográfica.

As « Jornadas de Soloturno » apresenta-se como o encontro anual dos profissionais do cinema suíço. E nos seis dias de duração atrai também cerca de 30 mil espectadores, interessados não apenas em filmes, como também nos debates sobre diferentes temas relacionados com as projeções ou o cinema em geral.

Para os cineastas, e principalmente para os produtores e distribuidores, é uma ocasião única de se encontrarem, trocarem idéias e principalmente falarem de negócios.

A oferta é grande nesta 37a. edição do evento: 250 filmes e videoteipes, incluindo ficção, documentário e curta metragem.

Um júri, de que faz parte Jean-Luc Godard, pelo quinto ano consecutivo atribui, já na quarta-feira 16/01, o "Prêmio do Cinema Suíço". Jean-Luc Godard figura na lista de possíveis "contempláveis" com seu último filme "Eloge de l'amour" (elogio do amor).

São 50 mil francos (34 mil euros) respectivamente para "o melhor filme de ficção, 50 mil para "o melhor documentário" e 20 mil "o melhor curta metragem".

E pelo quinto ano a cerimônia atribui também prêmios de interpretação, masculina e feminina.

Esses prêmios não são naturalmente nenhum Oscar, mas a recompensa contribui para a carreira de cineastas e artistas, podendo tirar do anonimato aqueles que são considerados os melhores representantes da 7a. arte no país.

No ano passado, por exemplo, o prêmio para "Azzuro", de Denis Rabaglia, foi uma alavanca para o sucesso do filme na Suíça e na Alemanha.

Novidade

Pela primeira vez, o festival abriu-se ao exterior. Estimando que "a Suíça não é uma ilha", o diretor do evento, Ivo Kummer, convidou o Quebec, província canadense de língua francesa.

Kummer promete que nos próximos anos, o festival continuará aberto a países cujo tamanho, diversidade cultural e 7a. arte permitem comparação com a Suíça.

Novo fôlego

O cinema suíço teve um período de grande fecundidade, nos anos setenta, projetando-se internacionalmente. No então batizado « cinema novo suíço » destacaram-se nomes como Alain Tanner, Michel Sutter, Claude Goretta, Daniel Schmid e Jean-Jacques Lagrange

Hoje o cinema suíço está em busca de um segundo fôlego. E é justamente o festival de Soloturno que pode revelar suas potencialidades.

swissinfo com agências.


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