Navigation

Genebra recusou pelos menos 800 refugiados durante a II Guerra

Gráfico judeus em Ge durante a II Guerra swissinfo.ch

"Os genebrinos não foram nem heróis nem bandidos" com os refugiados durante a Segunda Guerra Mundial. A frase é de um membro do governo de Genebra ao apresentar a primeira parte de ampla pesquisa de historiadores sobre os refugiados do nazismo.

Este conteúdo foi publicado em 14. setembro 2000 - 17:22

Cerca de 8 p/cento dos refugiados que se tentaram entrar em Genebra entre 1942 e o fim da Segunda Guerra Mundial foram recusados. Isso representa aproximadamente 800 pessoas e mais de uma centena foram posteriormente deportadas da França para os campos de extermínio nazistas.

A conclusão preliminar é de um grupo de historiadores que está trabalhando há três anos nos arquivos do governo de Genebra. Até agora, foram analisados apenas 10 p/cento dos 20 mil dossiês disponíveis.

Devido a proximidade da fronteira com a França, muitas pessoas buscaram refúgio em Genebra, principalmente depois da ocupação da França pela Alemanha. Outra particularidade é que essas pessoas foram sistematicamente fichadas e a documentação foi inteiramente conservada nos arquivos do estado de Genebra.

O trabalho dos historiadores vai continuar. É sabido que uma centena de pessoas, principalmente judeus, foi parar nos campos de extermínio porque seus nomes constam de memoriais em homenagem de vítimas na França. Não há documentos sobre o destino das outras 700 pessoas que não puderam atravessar a fronteira.

swuissinfo com agências.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.