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Holderbank de olho no mercado em Portugal e no Brasil

Fábrica da Holderbank na Suíça.

(Keystone)

O gigante do cimento, Holderbank, foi convidado a associar-se ao grupo português SECIL para a compra de CIMPOR, líder do setor em Portugal. Se der certo, Holderbank reforça posição em outros países, inclusive Brasil. O governo português está reticente.

A empresa portuguesa SECIL - Companhia Geral de Cal e Cimento SA - segundo maior produtor de cimento em Portugal procura comprar pelo menos 67 por cento do capital-ações de CIMPOR - Cimentos de Portugal SA - maior produtor português do ramo e presente na Espanha, Brasil, Africa do Norte e Moçambique.

SECIL convidou Holderbank, um dos líderes mundiais do setor de cimento, com sede em Glaris, na Suíça, a entrar numa convenção em vista da aquisição de CIMPOR, depois de efetuar uma "oferta pública de compra".

Se der certo as duas empresas devem dividir o mercado. Holderbank ficaria com as atividades de CIMPOR em Portugal, no Marrocos, na Tunísia e em Moçambique e SECIL conservaria todas as outras atividades estrangeiras de CIMPOR na Espanha, Egito e Brasil.

Segundo comunicado da Holderban, "a oferta depende de certas autorizações e condições governamentais, bem como acordo de autoridades competentes em matéria de concorrência".

Para o governo português a operação não está "no espírito" do programa de privatizações decidido pelo governo português. E comunicado do Ministério português das Finanças, na quinta-feira, 15 de junho, especificava que o governo não se dispunha a ceder "posição de acionista que o Estado possui, direta ou indiretamente, na CIMPOR".

A multinacional Holderbank está presente em 70 países.

swissinfo com agências.

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