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Igualdade de gênero Ligeiro aumento de mulheres nos conselhos de administração suíços

A representação feminina nos principais quadros de administração da Suíça cresceu no ano passado, embora os números ainda estejam atrás de outros países europeus.

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As mulheres estão melhor representadas no setor público do que nas empresas privadas

(Keystone / Martin Ruetschi)

De acordo com um relatório anual divulgado na quinta-feira (7) pela firma Schilling Human Resource Consultancy, a proporção de mulheres nos conselhos de administração subiu de 7% para 9% em 2018.

Depois de um revés no ano anterior, quando uma queda de 1% foi registrada, isso traz a representação das mulheres em tais conselhos para o nível mais alto já visto, disse Schilling.

Isso significa mais do que o dobro de mulheres no nível mais alto do que em 2006, embora o progresso seja lento: pelas taxas atuais, até 2022, apenas 12% dos conselhos de administração serão do sexo feminino.

As mulheres também são menos propensas a permanecer nas primeiras posições por um período significativo, diz o relatório. Em média, elas são rebaixadas ou saem após 3,6 anos, enquanto para os homens o período de tempo é de 6,7 anos.

Uma das razões para isso, segundo Schilling, é que as mulheres são mais propensas a assumir funções de liderança dos departamentos de "serviços" nas corporações - por exemplo, departamentos de comunicações ou jurídicos; papéis que não são sistematicamente representados nos conselhos de administração.

O setor público, por outro lado, é muito mais equilibrado quando se tratava de representação feminina. No nível de gestão como um todo, 38% dos cargos foram preenchidos por mulheres, em comparação com 18% no setor privado.

Isso se deve principalmente ao melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal oferecido pelas funções públicas, disse Schilling, que pediu às empresas privadas que sigam o exemplo na adaptação de suas estruturas.

Internacionalmente, apesar da melhora, a Suíça ainda está atrás dos países favoritos para a igualdade de gênero na Europa, como a Suécia ou a Finlândia, onde cerca de 35% dos cargos de diretoria são ocupados por mulheres.

O relatório analisa os 117 maiores empregadores da Suíça, bem como o governo federal e todos os 26 cantões.


swissinfo.ch/fh

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