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Imprensa constata fracassos em Gênova

Imagens de violência é o que restará de Gênova, segundo a imprensa suíça

(Keystone)

O único que vai ficar do encontro do G-8 na Itália é a violência, afirmam os principais jornais suíços. Os chefes e Estado e de governo nada concluíram de concreto e os adversários da globalização foram ultrapassados pelos baderneiros.

Para o "Tages Anzeiger", de Zurique, os chefes de Estado dos países mais importantes do planeta não conseguiram se entender sobre os temas mais sensíveis, principalmente perdoar a dívida dos países mais pobres. Para o jornal, a única descrição possível é "fiasco de Gênova".

"Do encontro de Gênova ficará a imagem de uma vítima e não da reunião de chefes de Estado", escreve o "Neue Zuercher Zeitung", de Zurique. Tagédia que estava programada, segundo o "Basler Zeitung", de Basiléia. O jornal afirma que " se tratava de uma loucura que só poderia ter terminado em catástrofe".

Baderneiros foram vedetes

O "Corriere del Ticino", da Suíça de língua italiana, escreve que "foi uma morte inútil, menos para os que estavam à procura de um mártir." Para o "Der Bund", de Berna, "os baderneiros foram as vedetes do encontro", aparecendo mais que os manifestantes e os chefes de Estado".

A "Tribune de Genève", a violência dos "baderneiros ultrapassou totalmente os objetivos de uma luta legítima". O jornal adverte que "a guerra de rua traz o germe da destruição do movimento anti-globalização".

swissinfo com agências

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