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Mais mulheres vestem farda

Na Alemanha, mulheres podem até integrar unidades de combate

(swissinfo.ch)

A cada ano aumenta na Suíça o número de mulheres que se alistam no serviço militar. Em dez anos a cifra cresceu 250%. E o serviço militar feminino na Suíça não é obrigatório...

Na segunda-feira, 5 de fevereiro, começou para 10 mil rapazes e moças (raparigas, em Portugal) a "escola de recrutas" da primavera. Setenta e quatro mulheres alistaram-se voluntariamente, na busca de novas experiências de vida.

Em 1991, 77 moças fizeram serviço militar na Suíça. Desta vez, elas totalizam 74, apenas para o período de treinos que começarou agora.

Um dos responsáveis pelo setor militar feminino, Heinz Zahn, explica o aumento pela "atração do Exército", em que os mulheres talvez busquem novas sensações e experiências diferentes das que podem ter na vida civil.

O que mais atrai as mulheres é a aeronáutica. Mas elas também se interessam em particular pelo setor veterinário, sanitário, transportes e salvamento.

Atração adicional é o porte de armas a que não tinham direito e que foi introduzido em 1990. E se desde então até 2000 podiam ter um revólver, agora já recebem essa arma ou um fuzil de assalto. E a partir deste ano, podem até aprender a utilizar granadas de mão.

Uma surpresa: 95 por cento preferem andar armadas, mesmo se o porte de armas é opcional. Aliás, o revolver ou o fuzil de que dispõem têm finalidade puramente defensiva, o que as exclui de unidades de combate.

Com a reforma militar no âmbito do projeto atual "Exército 21", a igualdade total entre homem e mulher deve ser aplicada no Exército. O que para Heinz Zanh o deverá atrair ainda mais mulheres ao serviço militar...

swissinfo

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