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Ministro desautoriza projeto futurista

Swissmetro pode ficar ainda muito tempo como um projeto.

Ao afirmar ao jornal "24 Horas" que não acredita mais no projeto Swissimetro, o ministro dos Transportes, Maurice Leuenberger golpeou um dos projetos mais interessantes do país.

Com uma tecnologia de vanguarda, a idéia seria ligar as cidades maiores através de metrô subterrâneo com velocidades de até 500 kms/hora.

Tornar a Suíça ainda menor, ligando as maiores cidades através de um metrô a 500 kms/hora. O projeto futurista de um trem sem rodas ou de um avião sem asas como é chamado o Swissmetro talvez nunca seja realizado.

Declaração provoca demissões

Em fase de estudos avançados, o projeto foi atacado pelo próprio ministro dos Transportes, Maurice Leuenberger. Em entrevista ao jornal "24 Horas", de Lausanne, ele afirmou que "como ministro dos Transportes, não acredita mais no Swissimetro mas que que diria outra coisa se fosse ministro da Ciência e Pesquisa". Note-se que que esse Ministério não existe na Suíça.

Muita gente acreditava e ainda acredita no projeto mas alguns parceiros já falam em deixar o conselho de administração da Swissimetro S/A, depois da declaração do ministro dos Transportes.

Foi o caso, por exemplo, da Federação dos Sindicatos Patronais (FSP), que também retira a maior parte do capital que financiava o projeto. Um representante da companhia de estradas de ferro federais (CFF) também já anunciou que deixa o conselho de administração.

Levitação no vácuo

Swissmetro S/A foi criada para promover Swissmetro e tinha como principal objetivo obter uma concessão do governo para construir o primeiro traçado do metrô.

A teconologia do projeto suíço ainda não foi testada, a não ser em laboratório. Ela é baseada em levitação magnética como num traçada que está sendo inaugurado em Xangai, na China.

No entanto, o metrô suíço circulria dentro de um túnel, criando um vácuo que eliminaria inclusive o atrito do ar.

swissinfo com agências

Breves

- Declaração do ministro dificulta obtenção de uma concessão

- Parceiros começam a se retirar do projeto

- Tecnologia é baseada na levitação dentro de um túnel com vácuo

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