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Horário de verão provoca um debate eterno

Domingo começa o horário de verão. Talvez pela última vez: porque tanto na UE como na Suíça, os parlamentares discutem sobre a mudança de horário. Será que a mudança de horário será abolida depois de quase quarenta anos?

Este conteúdo foi publicado em 23. março 2018 - 11:43
SRF-SWI

Na noite de sábado para domingo, o relógio deve ser adiantado das duas para as três horas da manhã. Mas quase quarenta anos depois de sua introdução, o horário de verão ainda é um tema controverso. No Parlamento suíço, uma moção está pendente desde dezembro de 2016 pedindo a sua abolição - mas várias outras iniciativas semelhantes já fracassaram anteriormente.

A posição do Conselho Federal é de que, se a Suíça não fizesse a transição, prejudicaria as relações com outros países. Os estados vizinhos da Suíça são seus parceiros comerciais mais importantes. Um fuso horário individual seria sentido no dia-a-dia, e ainda implicaria em altos custos de verificação e conversão.

A mudança também é atualmente um problema na UE. No início de fevereiro, os deputados do Parlamento Europeu pediram à Comissão Europeia que analisasse os prós e contras da mudança de horário - e que abolisse o regulamento, se necessário. Enquanto esta solicitação recebeu uma maioria clara, o pedido da Comissão de Transporte para acabar de vez com o horário de verão foi rejeitado.

Eleitores suíços não querem horário de verão

O horário de verão foi introduzido na Europa em 1973, por ocasião da crise do petróleo e com a ideia de economizar energia. Com uma hora a mais de luz natural por dia, empresas e residências se beneficiariam pelo gasto menor de energia.

A Suíça seguiu a regra em 1981 para se adaptar aos países vizinhos. Anteriormente, a mudança de horário foi rejeitada em um referendo. Quatro jovens agricultores fizeram a campanha do referendo com sucesso.

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