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Acidente relança debate sobre caça

Um caçador matou recentemente um ciclista por engano na França. Este novo acidente deu origem a uma controvérsia recorrente sobre acidentes de caça na França. Também na vizinha Suíça, este drama provoca emoções e reações.

Este conteúdo foi publicado em 02. novembro 2018 - 15:28

Em meados de outubro, um jovem caçador atirou em um homem que fazia mountain bike. Ele confundiu o ciclista com um cervo. A tragédia ocorreu na região da Alta Saboia, não muito longe da fronteira com a Suíça.

Na França, esse acidente reacendeu a controvérsia sobre uma atividade que causa mortes a cada ano. Para a temporada 2017-2018, o Office national de la chasse et de la fauneLink externo registrou 113 acidentes, incluindo 13 mortes (3 dos mortos não eram caçadores).

A caça também é uma atividade muito popular na Suíça, onde existem 30.000 caçadores ativos, dos quais cerca de 1.500 são mulheres, de acordo com o Chasse SuisseLink externo, a federação dos caçadores suíços. O drama francês também despertou reações no país.

Na Suíça, a caça depende dos cantões. É necessário obter uma autorização do cantão para caçar. A posse de terras não lhe dá o direito de caçar em sua propriedade. Os cantões estabelecem cotas de caça, o que possibilita regular o número de animais silvestres.

A caça é possível em todos os cantões, exceto Genebra, que a proibiu em 1973. O controle do número de animais é confiado a profissionais. Em setembro, os cidadãos de Zurique recusaram por 84% uma iniciativa popular que exigia a mesma coisa.

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