Navigation

Um paraíso para os ricos na Suíça

Uma iniciativa popular pretende acabar com os privilégios fiscais para os estrangeiros ricos que residem na Suíça. Será que esses moradores abandonarão o país se as regras tributárias forem mudadas? (RSI/swissinfo.ch)

Este conteúdo foi publicado em 06. outubro 2014 - 11:00

Na década de 1960 o empresário e bilionário alemão Helmut Horten mudou-se para Croglio, no Ticino (sul). Horten é considerado como um dos primeiros dos assim chamados exilados fiscais da Suíça.

Ele foi taxado de acordo com a regulamentação fiscal especial destinada a residentes estrangeiros ricos que não mantêm nenhuma atividade lucrativa na Suíça. Neste caso, os impostos não são baseados na fortuna e nos rendimentos do contribuinte, mas nos gastos para manter seu estilo de vida.

Como resultado, o número de residentes estrangeiros ricos tem aumentado continuamente. No Ticino, por exemplo, havia 523 em 2006. Seis anos mais tarde, havia 877, de um total de 5445 estrangeiros ricos que vivem em toda a Suíça.

Não se sabe ainda até quando os privilégios fiscais funcionarão na Suíça. O cantão de Zurique já abandonou a prática e uma iniciativa popular para acabar com ela em todo o país vai a plebiscito, em novembro.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.