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"Vou continuar no Mali"

Erika Maier saiu da Suíça para abrir um hotel no Mali, na África. Apesar da eclosão de uma guerra civil e a falta de turistas, ela recusa-se a abandonar o país. Mas foi exatamente o conflito que trouxe os tão esperados hóspedes.

Este conteúdo foi publicado em 03. janeiro 2014 - 11:00

A suíça Erika Maier, 60 anos, decidiu há quatro anos mudar a sua vida para abrir, junto com o seu parceiro, um hotel em Koulikoro, no Mali. Em 2012 o Hotel "Nanagaleni" já estava de pé. Foi quando um golpe de Estado e a guerra civil subsequente acabaram espantando os turistas.

O conflito, que até hoje marca o país, terminou sendo uma benção para a corajosa empreendedora, mesmo se o grande número de hóspedes abrigados no local portarem uniformes militares e armamento. Eles são oficiais franceses, a antiga potência colonial, presentes no Mali para expulsar os islamistas; oficiais de treinamento oriundos de países europeus e também funcionários de ONGs.

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