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A cerimônia de juramento da Guarda Suíça Pontifícia

O grito de "eu juro" dos novos recrutas da Guarda Suíça Pontifícia a cada 6 de maio quebra o silêncio no pátio San Damaso, no Vaticano, em uma cerimônia que se repete há mais de 500 anos.

Este conteúdo foi publicado em 11. maio 2017 - 13:15
swissinfo.ch

Em 2017, 40 novos recrutas ingressaram no Corpo da Guarda Suíça Pontifícia, que conta 110 membros, na presença de altos responsáveis da Igreja Católica e da presidente da Suíça, Doris Leuthard.

A data comemora a morte heroica de 147 soldados suíços em defesa do Sumo Pontífice durante o saque de Roma em 1527.

Em 2016, 23 suíços juraram fidelidade ao papa Francisco. Uma exposição teve lugar sobre a vida desses guardas suíços:

As fotografias mostram a rotina desses jovens e swissinfo.ch aproveitou a oportunidade para falar com eles:

"Nós não queremos ser super-heróis ou ser considerados como anjos da guarda do papa, nós cumprimos o nosso serviço silencioso, com dedicação e humildade", disse o comandante da Guarda Suíça, Christoph Graf, durante a apresentação da exposição. "Este não é um serviço militar normal. É um serviço para o Papa e para a Igreja e você tem que amar os dois":

O papa Francisco recebeu os novos membros da Guarda com um breve discurso no qual ele mencionou o valor histórico do 6 de maio:

"Como todos os anos, vocês recordam o doloroso e ao mesmo tempo famoso 'Saque de Roma', no qual os guardas suíços se destacaram em uma defesa corajosa e indomável do papa, até o sacrifício da vida. Hoje, vocês não são chamados a esta oferta heroica da vida física, mas a um sacrifício não menos árduo: servir o poder da fé".


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