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Vaticano A cerimônia de juramento da Guarda Suíça Pontifícia

O grito de "eu juro" dos novos recrutas da Guarda Suíça Pontifícia a cada 6 de maio quebra o silêncio no pátio San Damaso, no Vaticano, em uma cerimônia que se repete há mais de 500 anos.

Em 2017, 40 novos recrutas ingressaram no Corpo da Guarda Suíça Pontifícia, que conta 110 membros, na presença de altos responsáveis da Igreja Católica e da presidente da Suíça, Doris Leuthard.

A data comemora a morte heroica de 147 soldados suíços em defesa do Sumo Pontífice durante o saque de Roma em 1527.

Em 2016, 23 suíços juraram fidelidade ao papa Francisco. Uma exposição teve lugar sobre a vida desses guardas suíços:

As fotografias mostram a rotina desses jovens e swissinfo.ch aproveitou a oportunidade para falar com eles:

"Nós não queremos ser super-heróis ou ser considerados como anjos da guarda do papa, nós cumprimos o nosso serviço silencioso, com dedicação e humildade", disse o comandante da Guarda Suíça, Christoph Graf, durante a apresentação da exposição. "Este não é um serviço militar normal. É um serviço para o Papa e para a Igreja e você tem que amar os dois":

O papa Francisco recebeu os novos membros da Guarda com um breve discurso no qual ele mencionou o valor histórico do 6 de maio:

"Como todos os anos, vocês recordam o doloroso e ao mesmo tempo famoso 'Saque de Roma', no qual os guardas suíços se destacaram em uma defesa corajosa e indomável do papa, até o sacrifício da vida. Hoje, vocês não são chamados a esta oferta heroica da vida física, mas a um sacrifício não menos árduo: servir o poder da fé".

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