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17.01.2017 15:00 Alexander Bez

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Alexander Bez vive há quase 16 anos em Davos. O alemão sempre trabalhou em hotéis. Atualmente é o diretor do "Dischma", que abriga durante o Fórum Econômico Mundial de Davos (WEF) os funcionários da Televisão e Rádio Suíças. (Kristian Kapp, swissinfo.ch)

"Eu vim para esquiar", diz Alexander Bez. Isso foi em 2001. E desde então o alemão ficou. Ele sempre trabalhou em hotéis como chefe de cozinha ou sous-chef. Rapidamente percebeu que o WEF é uma semana especial no ano, especialmente se a pessoa trabalha em um hotel próximo ao centro de congressos, na zona de segurança. "Nela até mesmo a entrega de comida é controlada pela polícia. Só existe uma entrada. Nenhum estranho pode entrar no hotel", conta.

Bez nunca teve um problema com isso. "Sempre gostei. É como estar em um filme". Quando era chefe de cozinha, ela atendia diversos pedidos especiais. "O presidente da Tanzânia trouxe a própria cozinheira consigo e nos mostrou como era para fazer o seu prato". Ele sempre conseguiu atender os pedidos, mas uma vez não foi possível. "Foi quando alguém pediu um bolo de amoras com iogurte. E ele queria naquele momento, mas não foi possível".

Alexander Bez não muda o cardápio do hotel durante o WEF, apenas com duas exceções. "Nós tiramos carne de porco e não fazemos mais nada com álcool. Assim temos mais tranquilidade durante a semana, pois sabemos que não haverá imprevistos."

Há dois anos o alemão dirige o Dischma. As medidas de segurança no hotel não são tão rigorosas como nos outros, pois está em uma área mais afastada da zona de segurança. Lá se hospedam apenas funcionários da televisão e da rádio. Porém o trabalho também é intenso. "O WEF representa para mim trabalho durante cinco dias, com 16 a 18 horas de labuta por dia."

Porém os preços não mudam durante esse período. "Nós assinamos um compromisso de que nenhum quarto pode ser mais caro do que no período entre Natal e ano novo."