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Neonazista é condenado à prisão perpétua

Os três foram condenados por assassinato e cumpliidade.

(Keystone)

A justiça condenou severamente segunda-feira (29.3), três jovens extremistas de direita pelo assassinato de um outro camarada.

O principal acusado, com 25 anos de idade, foi condenado à prisão perpétua. Seus dois cúmplices pegaram 16 anos de prisão cada um.

Segunda-feira, 23 de março, o Tribunal Distrigal de Interlaken, no cantão de Berna, pronunciou um veridicto aguardado com expectativa e muito severo. O julgamento levou duas semanas e os três acusados foram condenados por assassinato e cumplicidade.

O principal acusado e chefe do bando, de 25 anos, pegou prisão perpétua; os dois cúmplices (ambos com 24 anos) foram condenados a 16 anos de prisão. Um quarto envolvido, menor de idade, está num instituto de recuperação para menores delinqüentes.

Todos eram membros da "Ordem dos Cavaleiros Arianos", um grupelho de extrema direita racista e xenófobo. Eles foram condenados pelo assassinato, em condições perversas, de um outro membro do grupo, por eles suspeito de traição.

O condenado à perpétua, um assentador de pisos, já fora condenado por ter dado um tiro num policial, em 2000. Os dois cúmplices, um pedreiro e outro marceneiro, eram réus primários.


Na abertura do julgamento, eles já haviam sido condenados a pagar uma multa de 30 mil francos suíços aos pais e 10 mil francos suíços ao irmão da vítima.

Um assassinato atroz

Os três foram condenados pelo assassinato e tentativa de assassinato de Marcel von Allmen, colega de classe deles e que tinha 19 anos.

Na noite de 27 e fevereiro de 2001, eles espancaram o colega com uma barra de aço, até matá-lo, numa cidadezinha (Wessnau) no cantão de Berna. Motivo: Marcel von Allmen teria desrespeitado o sermão que unia o grupo de extrema direita nem a cláusula do segrego.

Um mês depois do desaparecimento da vítima, a polícia encontrou seus sapatos nas margens do lago de Thoune. O corpo foi encontrado no fundo do lago, com um pedaço de metal amarrado para não boiar.

No mesmo veredicto, o juri também considerou-os culpados ter preparado dois outros assinados em 1999 e 2000.

O julgamento foi acompanhado por grande parte da mídia, devido as motivações extremistas e neo-nazistas do grupelho "Ordem dos Cavaleiros Arianos".

swissinfo et les agences

Breves

- Em fevereiro de 2001, um mês depois do desaparecimento de Marcel von Allmen, a políticia decobriu vestígios na beira do lago de Thoune. O corpo foi encontrado no fundo do lago.

- Alguns dias depois, 4 colegas da vítima, todos membros da "Ordem dos Cavaleiros Arianos", confessaram o crime.

Fin février 2001, un mois après la disparition de Marcel von Allmen, la police retrouve ses chaussures de gym dans le lac de Thoune. Elle découvre ensuite son corps au fond du lac, lesté de métal.

- Quelques jours plus tard, 4 camarades du jeune homme, tous membres d’un groupe d’extrême droite, l’«Ordre des chevaliers aryens», avouaient leur crime.

- Eles haviam espancado a vítima até a morte, com uma barra de aço.

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