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Nova esperança contra as doenças degenerativas

Campeã olímpica, Betty Cuthbert na cadeira de rodas

(Keystone)

Equipe da Universidade de Genebra descobre família de proteínas que poderá impedir a morte prematura das células nervosas nos seres humanos.

A equipe liderada por Ann Kato, abre novas perspectivas para a cura de doenças neuro-degenerativas. Todas elas têm em comum a morte de uma parte dos neurônios, as células nervosas que se regeneram dificilmente.

As decobertas poderão, no futuro, impedir o aparecimento e a evolução do chamado "suicídio das células" e ainda ajudar pacientes com traumatismos cerebrais e de medula.

Charcot, a mais rápida

O Mal de Alzheimer, Parkinson e a doença conhecida como Charcot, "poderão no futuro serem controladas", acredita Ann Kato. A terceira é para Kato a mais preocupante. Os sintomas podem passar desapercebidos "como um tropeço no chão mas, quando repetidos, constatarão o nível avançado da enfermidade e com metade dos neurônios já destruidos". Ou seja, quando diagnosticada, é tarde demais.

A família de proteínas IAP "Inhibitors Apoptosis Protein" já era estudada nas pesquisas sobre o câncer.

3 anos de pesquisa

Depois de 3 anos de trabalho, Ann Kato publica na revista "Nature Cell Biology" os resultados obtidos na pesquisa com ratos. Ela está ciente que sua descoberta abrirá caminho para outras pesquisas mas adverte que ainda vai levar tempo até a criação de um medicamento realmente eficaz contra as doenças degenerativas.

swissinfo com agências


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