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Novartis contrata cientistas chineses

(swissinfo.ch)

De olho do potencial do mercado chinês, a multinacional suíça contrata especialistas formados nas universidades americanas e européias.

A Novartis já descentralizou suas unidades de pesquisa entre Europa, América do Norte e Japão. A gigante da indústria farmacêutica se expande agora na China. Para isso está contratando cientistas chineses.

Formados em universidades ocidentais

O primeiro da lista foi Kirk Leung, como diretor executivo da Novartis em Hong Kong. Ele é formado em bioquímica e em biotecnología na Grã-Bretanha.

"Os pesquisadores chineses saem das mais prestigiosas universidades americanas e européias. Eles ficam cerca de 10 anos no exterior mas depois sentem muita saudade do país e voltam para a China", afirma um consultor para a indústria farmacêutica suíça, no Japão.

São esses cientistas que a Novartis, mas também outras empresas do setor, estão contratando, para seus centros de pesquisa instalados principalmente em Pequim, Shangai e Hong Kong.

Um século na China

"Ninguém pode negar os progressos científicos realizados pela China. Cientistas chineses foram integrados às equipes que mapearam o genoma humano e isso é formidável", declarou Leung, o executivo da Novartis, a um jornal de Hong Kong.

As duas empresas suíças (Ciba Geigy e Sandoz) que se fundiram, em 1996, para formar a Novartis, estão na China há mais de 100 anos. A multinacional suíça quer, portanto, aproveitar dessa experiência para expandir suas atividades no maior mercado potencial do planeta.

Crescimento acelerado

Com a entrada da China da Organização Mundial do Comércio (OMC), sediada em Genebra, seu mercado de remédios, como em outros setores, deverá ser liberalizado, daí haver uma certa urgência dos laboratórios em se instalar na China.

Nos próximos 3 anos, a Novartis pretende aumentar seu faturamento de 15 a 20% por ano, na China. Em 2000, as vendas ultrapassaram a marca dos 100 milhões de francos suíços. Em 2001, o faturamento aumentou 23% para uma média de 13 a 15% para todo o mercado chinês.

Georges Baumgartner, Tokyo


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