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O Aar iluminado como símbolo de solidariedade

Swissaid promove água no dia da festa nacional

Milhares de barquinhos de papel, iluminados com velas, navegam pelas águas do rio Aar. O objetivo é recordar, por ocasião da festa nacional suiça, a cooperação com países emergentes. Swissaid, ONG de ajuda ao desenvolvimento, convida a população a apoiar projetos de abastecimento de água em zonas acidentadas da Índia.

Na noite de 1° de agosto, festa nacional suíça, o rio Aar - que atravessa Berna - se ilumina à altura do Palácio do Governo, centro, criando um clima de magia. O Aar, o rio suíço mais navegável das palavras cruzadas, transforma-se num desfile de velinhas multicores, transportadas por milhares de barquinhos de papel.

Como símbolo do caráter solidário de seu trabalho em 9 países pobres ou emergentes, Swissaid (organização não governamental de ajuda ao desenvolvimento), vende seus barquinhos com velas por 5 francos - quase 3 dólares. Acesas, as velas são levadas pela correnteza do rio (que atravessa a capital suíça), criando um espetáculo feérico.

Apoio a programas

Faz 6 anos Swissaid destina esta campanha a apoio financeiro de alguns de seus programas de cooperação.

"Para este 1° de agosto foram preparados 6 mil barquinhos cuja venda servirá para sustentar projetos de abastecimento de água na Índia, país atingido nos últimos anos por graves desastres naturais", constata Alain Geiger, encarregado de projetos de Swissaid relacionados com água.

No clima de festa popular, comemorada com foguetes, petardos, fogos de artifício e discursos populares que incorporam a data nacional, as luzes dos barquinhos visam recordar a solidariedade com países menos adiantados.

Na América Latina

Swissaid em 4 paises africanos, inclusive em Guiné-Bissau, 2 da Ásia e 3 da América Latina (Colômbia, Equador e Nicarágua). O trabalho da ONG se realiza em domínio como a agricultura sustentável e biológica, o meio ambiente e a reflorestaçao.

"Swissaid trabalha com comunidades de base de camponesinos, artesãos, pescadores e grupos de mulheres que propõem projetos em função de suas necessidades", explica Alain Geiger.

Nos último anos porém, a organização suíça orientou sua atividade para o que se define como direito ao desenvolvimento, apoiando comunidades que reivindicam seus direitos fundamentais.



Jaime Ortega

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