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Público provoca primeiros incidentes

Quem não tem ingresso faz tudo para ver os craques.

(Keystone)

Ao final do treino na tarde de sexta-feira, alguns torcedores invadiram o gramado colocando a segurança à prova.

Outros incidentes como roubos começaram a acontecer, algo com que os brasileiros estão mais habituados do que os cidadãos da pacata Weggis.

O ambiente de festa dos torcedores que envolve a presença da seleção na Suíça, começa a provocar incidentes certamente graves para os habitantes de Weggis.
Na tarde de sexta-feira, ao final do treino, quando os jogadores já haviam encerrados os exercícios, alguns torcedores conseguiram invadir o gramado para se aproximar dos atletas.

Dois torcedores chegaram bem perto dos jogadores e uma torcedora conseguiu abraçar e beijar Ronaldinho. O esquema de segurança no gramado visivelmente não esperava por isso e houve um corre-corre geral. Alguns jogadores se assustaram e voltaram rapidamente para os vestiários.

Homens que estavam a postos em outros locais correram para o gramado para conter a invasão. As duas pessoas que mais de aproximaram dos jogadores foram detidas e levadas ao posto policial.

Um jornalista paranaense presenciou roubos de torcedores distraídos nas proximades do estádio.

Na noite de quinta para sexta-feira, um furgão do patrocinador oficial da seleção foi roubado. Sexta-feira, no centro de imprensa ao lado do estádio, dois computadores, uma máquina fotográfica e uma carteira com mil euros foram roubados em alguns instantes. Apesar do aborrecimento, os jornalistas fizeram piada com o evento, dizendo que voltariam urgente para São Paulo.

Voltando ao futebol

Esses acontecimentos são relativamente raros na Suíç, ainda mais inabituais numa pequena cidade como Weggis, inclusive por parte da segurança.

Para voltar a falar de futebol, a seleção mantém a rotina de treinos físicos pela manhã e com bola na parte da tarde. Sexta-feira, houve treino tático de titulares contra reservas, embora o técnico Parreira insista sempre que não há reservas. O primeiro coletivo deverá ser realizado sábado.

Nos breves encontros dos jogadores com a imprensa que antecedem os treinos da tarde, o volante Edmilson previu que, com o longo período de preparação, irá surgir uma certa inquietação para a "Copa começar logo".

Disse também que vai dar um "friozinho na barriga", o que "ocorre com todo jogador em partidas importantes", segundo Edmilson.

Zé Roberto e Ronaldinho

Zé Roberto disse que o fato de jogar como volante, numa função mais defensiva na seleção, "por enquanto tem dado certo como nas eliminatórias e na Copa da Confederações. Isso vem ocorrendo devido ao famoso quarteto de ataque da seleção e Zé Roberto disse dá certo "porque Kaká e Ronaldinho ajudam bastante no meio-campo".

Ronaldinho declarou que "na segunda Copa não tem mais tanta ansiedade porque a gente já sabe mais ou menos o que vai acontecer. Ainda faltam dezoito dias para começar e tem esse tempo todo de preparação". Quanto a ter chegado cansado na seleção depois da longa temporada européia, ele respondeu "que está bem, participando de todos os treinamentos mas que a questão de chegar bem na Copa fica a critério do professor Parreira".

Com relação aos prêmios que negociarão com a CBF, Ronaldinho respondeu que os jogadores "ainda nem pensaram nisso".

swissinfo, Claudinê Gonçalves, Weggis

Breves

- Até sexta-feira, os jogadores e a comissão técnica estavam satisfeitos com o comportamento do público, que julgavam carinhoso. Parreira chegou a dizer que ambiente era bom para o ego dos jogadores.

- Com a invasão do gramado de sexta-feira, e o corre-corre dos seguranças, alguns jogadores voltaram rapidamente aos vestiários.

- A comissão técnica certamente vai exigir uma presença mais imponente da segurança para os próximos treinos.

- A seleção brasileira fica em Weggis até o dia 3 de junho.

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