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Venezuela critica sanções suíças como ‘grotescas e ilegais’

O ministro do Exterior da Venezuela Jorge Arreaza prevê que as sanções podem "endurecer posições extremistas, que acarretam resultados violentos". Keystone

As autoridades venezuelanas protestaram contra uma série de sanções impostas ao país pelo governo suíço na semana passada.

Este conteúdo foi publicado em 04. abril 2018 - 10:48
SDA-ATS

O Ministério das Relações Exteriores da Suíça confirmou na segunda-feira que o encarregado de negócios ('chargé d'affaires') da embaixada havia sido convocado pelo Ministério das Relações Exteriores da Venezuela em Caracas em resposta às sanções.

Uma nota oficial, escrita pelo ministro das Relações Exteriores Jorge Arreaza, também foi enviada à embaixada da Suíça.

As sanções impostas por um país "historicamente neutro" como a Suíça não criam "condições para o diálogo", mas "fortalecem posições extremistas que fomentam resultados violentos", escreveu Arreaza.

No entanto, nenhuma medida de retaliação foi tomada contra a Suíça, disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Suíça.

Preocupação de Berna

Em 28 de março, a Suíça proibiu sete altos funcionários venezuelanos de entrar ou passar pelo país.

O governo suíço se uniu a outros países europeus para reprimir o país sul-americano por supostas violações aos direitos humanos.

Arreaza disse que as medidas das autoridades suíças demonstram a "subordinação" do país à União Européia.

A corte suprema venezuelana também decidiu na segunda-feira que as sanções eram "grotescas" e "ilegais".

Na semana passada, o Conselho Federal Suíço expressou sua preocupação com a reiterada violação das liberdades individuais na Venezuela, dizendo que a separação de poderes estava sendo severamente prejudicada pelo governo.

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