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Suíça deplora inação de Bolsonaro

A ONU está preocupada com o fracasso do governo brasileiro em defender os direitos das minorias. A Suíça diz que está "alarmada" com a situação no Brasil e em outras partes do mundo.

Este conteúdo foi publicado em 27. junho 2019 - 08:45
Para a Suíça, o governo brasileiro deve trabalhar também pelos povos indígenas na Amazônia Copyright 2018 The Associated Press. All Rights Reserved

A Suíça pediu perante o Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, que Bolsonaro que se comprometesse com os direitos das minorias. O governo do presidente brasileiro deve "reconhecer o papel positivo das ONGs".

O governo brasileiro deve trabalhar também pelos povos indígenas na Amazônia, disse aos Estados membros uma representante da missão suíça na ONU em Genebra. Há um mês, o Conselheiro Administrativo de Genebra, Sami Kanaan, então Prefeito de Genebra, pediu pressão do Conselho Federal, o governo suíço, sobre Brasília, após sua reunião com o Chefe Raoni.

Suíça preocupada

Jair Bolsonaro não escondeu sua intenção de promover os interesses do agronegócio na Amazônia diante dos direitos das populações. Entre outras situações mencionadas, a Suíça está preocupada com a deterioração da situação e o aumento da violência contra civis no Mali central. Ela requer mais esforços por parte dos vários intervenientes.

A Suíça também expressou seu "alarme" com a "iminente" retomada das execuções no Sri Lanka após uma moratória de 40 anos. O país alpino se mostrou alarmado também com relação à guerra do Presidente Rodrigo Duterte contra a droga nas Filipinas, o país pretende aplicar a pena de morte aos responsáveis por crimes relacionados com esta questão.

A Suíça também critica o governo por "falta de vontade" de combater a impunidade após os abusos ligados à guerra civil no país. Dezenas de milhares de civis foram alegadamente mortos por forças governamentais.


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