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Presidente da Roche se diz otimista com o Brasil

O presidente da Roche Brasil, Ernest Egli, acompanhou a visita do comitê internacional da empresa que passou cinco dias no país em contato com algumas das principais instituições de pesquisa brasileiras.

Mesmo sem poder ainda afirmar se acordos de parceria serão efetivamente firmados entre as partes, o executivo não esconde seu otimismo com o Brasil e aposta num futuro promissor para os projetos da Roche no país. Leia abaixo a conversa exclusiva de Egli com a swissinfo.

swissinfo - Como foi o contato da direção mundial da Roche com as instituições de pesquisa brasileiras?

- Ernest Egli: Antes de a comitiva chegar, uma equipe da Roche Brasil fez uma pré-seleção das instituições mais importantes do país, entre elas Biominas, Fundação Oswaldo Cruz, USP, Unicamp, Instituto do Coração, UFMG, UFRJ, Instituto Butantã, Excellion, Cietec, Nanocore e Recepta. Algumas entidades escolhidas foram visitadas pelos executivos da Roche Mundial ou fizeram apresentações na Roche.

Swissinfo : Algum acordo concreto já foi firmado?

- Num primeiro contato, os objetivos principais foram entender melhor o potencial de médio e longo prazo da biotecnologia brasileira e o cenário farmacêutico no Brasil, identificar oportunidades de futuros acordos de cooperação para desenvolvimento de produtos, tecnologias e pesquisas, além de estabelecer contatos que permitissem identificar a inovação à medida que ela evolui.

Swissinfo: Quais são as expectativas da empresa para o Brasil, nesse terreno, para os próximos meses?

- O nível das apresentações foi excelente e a delegação da Suíça ficou muito bem impressionada. O Brasil é muito importante para a estratégia da Roche mundial. A presente estabilidade econômica do país e os diversos projetos governamentais de colocar mais fundos na pesquisa abrem perspectivas muito positivas.

Swissinfo: Os novos investimentos da Roche no Brasil, se forem confirmados, serão mesmo destinados a pesquisas básicas na área de biotecnologia? Quais tipos de medicamento a Roche espera desenvolver no país?

- A equipe da Roche vai agora avaliar mais detalhadamente os diferentes projetos, como novos modelos de doenças inflamatórias, auto-imunes e vacinas (inclusive contra HIV), bem como estudos com células-tronco e livrarias sobre a biodiversidade. Acredito que ainda faltam alguns passos para que os investimentos concretos sejam realizados, mas o mais importante é que os contatos foram estabelecidos. A Roche Brasil vai empenhar um papel fundamental para o seguimento destes projetos.

Acreditamos firmemente que as condições econômicas e de desenvolvimento são positivas no Brasil, mas acho que ainda é cedo para sabermos se alguma parceria nesse sentido será fechada ou não. Mas, estamos no caminho certo.

Swissinfo: Na visão da empresa, existe no Brasil tranqüilidade em relação a temas como, por exemplo, a proteção da propriedade intelectual?

– Acreditamos que a proteção à propriedade intelectual será reforçada no Brasil, pois isso interessa muito ao próprio governo brasileiro.

Entrevista swissinfo, Maurício Thuswohl, Rio de Janeiro


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