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Presidente defende candidatura olímpica do Rio

Jaques Rogge (à esquerda), Carlos Nuzman e o presidente Lula durante visita ao Museu olímpico, em Lausanne.

(Keystone)

"A América do Sul nunca sediou as Olímpiadas e seria justo que elas se realizassem no Rio de Janeiro".

Foi esse o tom da conversa do presidente Lula com o presidente do Comitê Olímpico Internacional, sexta-feira, em Lausanne, após uma visita do Museu Olímpico.

"Disse ao diretor-geral do COI que agora vamos começar a trabalhar pela candidatura do Rio de Janeiro", afirmou o presidente Lula em breve encontro com a imprensa depois de ter almoçado com Jacques Rogge, no Museu Olímpico, em Lausanne.

Critérios técnicos

Anteriormente, o presidente Lula visitou o Museu Olímpico, acompanhado pelo presidente do COI, Jacques Rogge, pelo ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, pelo presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Nuzman e por D.Marisa. A guia da visita era uma suíça que fala português.

Em breve encontro com os jornalistas, o presidente Lula disse: "acho que o Brasil e o Rio de Janeiro merecem sediar uma Olimpíada. Mas eu vim apenas dizer que vamos trabalhar e que espero que o Rio de Janeiro seja escolhido, no ano que vem. Vamos falar com todo mundo que tem direito a voto para ver se conseguirmos esse intento".

Experiência dos Panamericanos

O presidente do COI, Jacques Rogge, disse que "o Rio de Janeiro é uma das mais belas cidades do mundo mas que há nove candidatas e todas têm chances. Lembrou ainda que o COI tem critérios técnicos para a escolha das candidaturas".

O ministro do Transporte, Agnelo Queiroz estava mais otimista. Disse que eoncontro foi "muito positivo e que o presidente Lula, com seu apoio, mostra que o esporte pode contribuir para o desenvolvimento humano e econômico do Brasil e da América do Sul".

Quanto ao aspecto técnico da escolha, Queiroz afirmou que o "nosso projeto é baseado em algo concreto porque o Rio vai organizar anteriormente (2007) os Jogos Panamericanos, mas é claro que o apoio do presidente é muito importante".

swissinfo, Claudinê Gonçalves, Lausanne

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