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Presidente suíço quer globalização com diálogo

Villiger na abertura do WEF, em Nova York. swiss-image.ch/Remy Steinegger

No Forum Econômico Mundial, em Nova York, Kaspar Villiger declarou que "não há solução convincente para substituir a mundialização" mas reconheceu que ela tem seu "lado sombrio".

Este conteúdo foi publicado em 01. fevereiro 2002 - 14:40

O cenário mudou mas a tradição permanece. O Forum Econômico Mundial (WEF) foi realizado durante 31 anos em Davos, nas montanhas nevadas dos Alpes suíços.

Atenuar efeitos negativos

Este ano, excepcionalmente, ocorre entre os arranha-céus de Manhattan, em Nova York, mas o discurso de abertura foi do presidente da Suíça, Kaspar Villiger. Diante de 3 mil chefes de governo, ministros e empresários, o presidente suíço afirmou que a "mundialização é uma chance que já tirou milhões de pessoas da pobreza".

Villiger citou o exemplo da Suíça, pequeno país que, "sem acesso aos mercados mundiais, não poderia manter sua prosperidade". Ponderou, no entanto, que é preciso reforçar o lado bom da globalização e atenuar os efeitos negativos".

Disse que é preciso incentivar o surgimento de elites mais responsáveis e abrir os mercados dos países ricos aos países em desenvolvimento.

Diálogo está em todas as bocas

O presidente suíço disse ainda que é um dever "incluir na discussão os opositores que aceitam o diálogo". Pouco antes, Villiger havia participado da abertura do "Public Eye On Davos", também em Nova York, organizada principalmente pela Declaração de Berna, que congrega várias ONGs suíças.

A questão do diálogo também foi abordada pelo fundador do WEF, Klaus Schwab: "em nome de todos aqui, queria estender a mão aos que estão reunidos fora, para que possamos encontrar juntos soluções que funcionem para todos".

Schwab lembrou que a mudança do WEF, este ano, para Nova York, é um ato de amizade, de solidariedade e de parceria da Suíça para com Nova York e os Estados Unidos.

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, prefereria que o WEF ficasse em Manhattan. Para ele, a Suíça e feita para esquiar.

Pierre Gobet, enviado especial a Nova York

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