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O primeiro-ministro de Malta, Joseph Muscat, em Bruxelas, em 29 de abril de 2017

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O primeiro-ministro maltês, Joseph Muscat (esquerda), convocou nesta segunda-feira eleições legislativas antecipadas para 3 de junho diante da pressão provocada pela implicação de várias pessoas próximas no escândalo Panama Papers.

O mandato de Muscat, primeiro-ministro desde 2013, acabará um ano antes do previsto, enquanto seu país ocupa a presidência rotativa da União Europeia (UE) até 30 de junho.

"Todo mundo sabe dos ataques lançados contra mim e minha família nos últimos dias. Não tenho nada a temer porque estou limpo", declarou o líder do Partido Trabalhista, de 43 anos, a uma multidão reunida em La Valeta por ocasião da tradicional celebração do 1º de maio.

Depois de seu ministro de Energia e de seu chefe de gabinete, sua esposa, Michelle Muscat, foi outra das pessoas próximas ao premiê relacionadas com o escândalo.

O escândalo Panama Papers surgiu com a publicação de um vazamento maciço de documentos da companhia de advogados panamenha Mossack Fonseca, que revelou manobras de evasão fiscal de empresas e personalidades de todo o mundo.

AFP