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Protesto contra a globalização

OMC, um dos principais alvos dos militantes anti-globalização.

(Keystone)

De 4 a 6 mil pessoas realizaram na cidade de Genebra um protesto pacífico contra as conseqüências nefastas da globalização, no domingo, véspera da sessão especial da Assembléia Geral da ONU sobre o tema "desenvolvimento social".

Essa marcha batizada de "globalizemos a resistência" foi convocada pela Associação para a Fixação das Transações Financeiras para a Ajuda aos Cidadãos - ATTAC - e uma dezena de outras organizações não-governamentais, ONGs.

Mais de 60 países estiveram representados nesse protesto, entre os quais 2 mil militantes da CGT (Confederação Geral do Trabalho), o PC da França e a Liga Revolucionária, segundo declarou um dos responsáveis do movimento ATTAC.

Do Brasil vieram representantes do Movimento dos Trabalhadores sem Terra, MST.

Rodeados pela polícia e forças do Exército suíço, os manifestantes desfilaram pacificamente. Dois anos antes, em maio de 1998, protesto similar, reunindo 5 mil pessoas, degenerou-se. Fora realizado por ocasião de um encontro ministerial da Organização Mundial do Comércio, OMC, um dos principais alvos do militantes anti-globalização.

"Quatro dos 6 bilhões dos seres humanos vivem na pobreza. A concentração de riquezas é cada vez mais importante" denunciaram os manifestantes que "querem viver num mundo que partilhe eqüitativamente os bens".

O próximo encontro dos manifestantes anti-globalização está previsto para setembro em Praga, por ocasião de reunião do FMI e em Porto Alegre (Brasil) quando do "Forum Social", marcado para janeiro próximo.

swissinfo com agências.

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