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Reforma do Exército divide o governo

Dois ministros suíços o da Defesa, Adolf Ogi (e) e Pascal Couchepin (d) expõem na imprensa opiniões conflitantes sobre reforma do Exército. Ogi quer um exército de 200 mil com material sofisticado. Couchepin questiona a cifra e os gastos.

O orçamento e perfil do "novo exército" devem estar definidos em novembro, mas o desentendiemnto entre dois ministros já alimenta polêmica.

Sábado, o ministro da Defesa, Adolf Ogi, dizia ao jornal "Le Temps", de Genebra, que uma redução do exército de 360 mil soldados a 200 mil não significaria uma redução do orçamento.

No jornal Le Matin, de domingo, publicado em Lausanne, o ministro da Economia, Pascal Couchepin prefere um exército de 120 mil ou mesmo 100 mil soldados. Quer dizer um exército redimensionado e principalmente menos dispendioso. Mas diz que aceitaria 200 mil se lhe "provassem que fosse realmente necessário.

Note-se que com "o objetivo orçamentário 2001", o Departamento (ministério) da Defesa comprometeu-se em economizar 1,1 bilhão de francos - cerca de 750 milhões de dólares. E Adolf Ogi que os projetos da reforma revelam um aumento do orçamento de 2 por cento a partir de 2002.

swissinfo com agências

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