Navegação

Menu Skip link

Funcionalidade principal

Religiosidade aumenta fora das Igrejas

Mais de 8 em cada 10 suíços dizem que são próximos da fé cristã. No entanto, mais de 70 p/cento afirmam que rezam individualmente. A religiosidade aumenta e a prática religiosa institucional diminui, indica pesquisa da Federação das Igrejas Protestantes.

A religiosidade continua muito presente entre a população suíça. 38 p/cento das pessoas rezam diariamente e 23 p/cento o fazem, em família, antes das refeições. A constatação foi feita em pesquisa do Instituto de Etica Social da Federação das Igrejas Protestantes da Suíça e publicada pela revista Hebdo na edição que está nas bancas esta semana.

A pesquisa, feita com 1.549 pessoas de todas as regiões do país, também constata que a religiosidade está crescendo. Dez anos atrás, 17,6 p/cento das pessoas afirmavam que nunca faziam qualquer tipo de prece; hoje, eles são 9,6 p/cento. Para o sociólogi Roland Campiche, que dirigiu a pesquisa, os resultados confirmam a necessidade da religiosidade numa sociedade secular e laica.

Mas o aumento da religiosidade coincide com a crescente diminuição da prática religiosa tradicional, verificada desde os anos 60. Naquela década, 18 p/cento dos católicos e 34 p/cento dos protestantes eram não-praticantes. Em 1998, a proporção era 38,5 e 50,7 p/cento, respectivamente.

Para os autores da pesquisa, esse fenômeno corresponde à individualização observada em outras práticas sociais coletivas como sindicatos e partidos políticos, que também perdem sócios e militantes.

A pesquisa mostrou também de quais espiritualidades os suíços se sentem mais próximos: mais de 80 p/cento identificam-se com o cristianismo, 14 p/cento com o judaísmo e 5 p/cento com o islã. E uma supresa: uma em cada quatro pessoas se dizem próximas dos princípios do budismo.

swissinfo com agências.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.