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Retomada do crescimento se confirma

Novas perspectivas de consumo Keystone Archive

No primeiro trimestre, o produto interno bruto (PIB) cresceu 0,4% na Suíça. A projeção anual é de crescimento de 1,5%, depois de anos de marasmo.

Este conteúdo foi publicado em 28. maio 2004 - 16:04

Outros indicadores publicados esta semana confirmam a tendência.

«Não é suficiente mas é melhor que nada. Acho que com um crescimento de 0,4% a Suíça não vai resolver seus problemas de deficit público nem de dinamismo da economia. Abaixo de 2%, isso não será resolvido", afirma a swissinfo Stéphane Garelli, professor do IMD (Institute for Management Development), em Lausanne.

Ele acrescenta que "mesmo se as previsões para este ano otimistas, a taxa de crescimento prevista é insuficiente para dar um pouco de oxigênio à economia suíça".

Crescimento modesto

Os dados publicados sexta-feira (28) pela Secretaria Federal de Economia (SECO) são ligeiramente inferiores às expectativas dos economistas de crescimento de 0,5 a 07% por trimestre e de 1,6% este ano.

"É uma síndrome bem típica da Suíça. Sempre que há retomada da economia mundial, como é o caso atualmente, a Suíça é mais lenta que os outros países é o crescimento é mais fraco", constata o professor Garelli.

De qualquer maneira, a tendência é confirmada por outros dados divulgados nos últimos dias. Quinta-feira, o Centro de Pesquisas Conjunturais da Escola Politécnica de Zurique (KOF), reviu suas previsões para cima e anunciou que a economia suíça vai crescer mais no segundo trimestre.

As projeções do Instituto são feitas para seis meses e indicam que o crescimento do PIB será contínuo até durante todo o ano. Em maio, o indice foi de 0,95, em abril de 0,85 e em março de 0,74.

A longo prazo

Também na quinta-feira (27), o Instituto de Pesquisas Conjunturais da Universidade de Lausanne (CREA) anunciou que a evolução hesitante dos últimos dois anos parece ultrapassada.

"O indicador nacional passou a barra do crescimento crescimento a longo prazo (100 pontos) no trimestre atual", afirma o CREA.

No final do verão, o índice deve chegar a 102 pontos, prevê o CREA, melhor número desde 2001. O aumento do consumo doméstico (+1,8%) e reversão da tendência do mercado de trabalho são outros exemplos.

O aumento dos investimentos em equipamentos e construção constatatos no 4° trimestre do ano passado refletem-se na alta das exportações (+ 3,6%) e nas importações (+ 4%). As causas apontadas são o melhor clima de consumo nos Estados Unidos e melhores perspectivas na Alemanha.

Mais empregos

Por outro lado, o Departamento Federal de Estatísticas (OFS) anunciou quinta-feira que a situação do mercado de trabalho melhora, pela primeira vez nos últimos 18 meses.

No primeiro trimestre o número de empregos aumentou 0,2% e o número de vagas de 7,1%. O emprego continua diminuindo no setor secundário (-1,4%) e aumentando no terciário (+0,8%)

O aumento glogal de empregos voltou a crescer, pela primeira vez desde o outono de 2002.

swissinfo com agências.

Fatos

No primeiro trimestre, o PIB cresceu 0,4%.
A projeção anual é de +1,5%.
Economistas prevém alta de 0,5 a 0,7% por trimstre.

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