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Presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca 10/01/2018 REUTERS/Jonathan Ernst

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Por Nellie Peyton

DACAR (Thomson Reuters Foundation) - Imigrantes africanos nos Estados Unidos defenderam seus países nas redes sociais destacando sua educação, carreiras e realizações, depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, perguntou porque os EUA iriam querer receber pessoas de "países de merda".

Trump usou a expressão em referência a países africanos e ao Haiti durante uma reunião sobre imigração na Casa Branca na quinta-feira, segundo fontes, desencadeando indignação global.

"A África não é nenhuma merda, sr. Trump", escreveu Bernard Lagat, um atleta olímpico norte-americano que nasceu no Quênia.

"Eu sou uma futura médica. Eu tenho três diplomas. Eu falo três idiomas... Eu sou de um país de merda!", escreveu Nyadow Chol, uma estudante de medicina do Sudão do Sul, cujo tuíte viralizou.

"(Trump) se referiu a nós como se nós não tivéssemos muito a oferecer à sociedade norte-americana. Eu queria que o meu tuíte permitisse que outros imigrantes se pronunciassem", disse à Thomson Reuters Foundation.

Trump tem assumido um posicionamento forte contra a imigração, tentando limitar a entrada de refugiados, anular proteções para pessoas levadas para os Estados Unidos ilegalmente quando crianças e impedir a entrada no país de cidadãos de alguns países de maioria muçulmana no Oriente Médio e na África.

Algumas pessoas usaram a hashtag #IAmFromAShitholeCountry (Eu sou de um país de merda) no Facebook e no Twitter para expressar o orgulho que sentem de sua nacionalidade.

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Reuters