Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Presidente Hassan Rouhani faz discurso em Nova York 20/9/2017 REUTERS/Stephanie Keith

(reuters_tickers)

BEIRUTE (Reuters) - O presidente do Irã disse nesta quinta-feira que o acordo nuclear de seu país com potências mundiais não pode ser renegociado depois que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou que está analisando se o pacto assinado por seu antecessor serve aos interesses de segurança dos EUA.

Conforme o acordo de 2015, o Irã concordou em limitar seu questionado programa nuclear em troca da amenização das sanções econômicas. Trump o classificou como um "constrangimento" durante seu primeiro discurso na Organização das Nações Unidas (ONU) na terça-feira.

"Houve alguma discussão de algumas pessoas para as quais o acordo nuclear não é muito ruim, mas não deveria continuar como está. (Que) é um acordo que é bom, mas que deveríamos nos reunir novamente e debater para ver se ele pode ser melhorado. Se tiver falhas, podemos consertá-las", disse o presidente iraniano, Hassan Rouhani.

"Eles ouviram clara e definitivamente (de nós) que o acordo nuclear não pode ser renegociado", disse ele em uma coletiva de imprensa em Teerã transmitida ao vivo na televisão estatal depois de sua volta da Assembleia-Geral da ONU.

Nesta semana Trump disse a repórteres que tomou uma decisão sobre o que fazer sobre o pacto, aprovado por seu precursor, Barack Obama, juntamente com líderes de Rússia, China, Reino Unido, França e Alemanha, mas não quis revelar o que decidiu.

Embora o líder norte-americano não goste do entendimento, seu discurso à ONU não significou que Washington romperá com ele, afirmou Nikki Haley, embaixadora dos EUA na ONU, na quarta-feira.

(Por Babak Dehghanpisheh)

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters