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Fundador do WikiLeaks, Julian Assange, na varanda da embaixada do Equador em Londres. 05/02/2016 REUTERS/Peter Nicholls

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ESTOCOLMO (Reuters) - O advogado de Julian Assange pediu a um tribunal da Suécia que revogue um mandado de prisão contra o fundador do site WikiLeaks emitido em decorrência de uma suspeita de estupro, e lhe permita ir ao Equador para evitar uma extradição aos Estados Unidos.

Assange, de 45 anos, está abrigado na embaixada equatoriana em Londres desde 2012, onde se refugiou para evitar a extradição à Suécia devido a alegações de estupro, que ele nega.

Assange teme que os suecos o entreguem aos EUA, onde seria julgado pela publicação de milhares de documentos militares e diplomáticos norte-americanos no WikiLeaks, um dos maiores vazamentos de informação da história dos EUA.

O advogado Per Samuelson disse que os EUA agora afirmaram abertamente que querem prender Assange.

"Dado que os EUA obviamente o estão caçando agora, ele tem que fazer uso do asilo político, e é tarefa da Suécia fazer com que a Suécia não seja mais uma razão para o fato de ele ter que ficar na embaixada", disse Samuelson.

"Se eles removerem o mandado de prisão, existe a possibilidade de ele poder ir ao Equador, e depois ele pode usar o asilo político em um país inteiro", acrescentou.

No mês passado, o diretor da CIA, Mike Pompeo, classificou o WikiLeaks como "um serviço de inteligência hostil", e o secretário de Justiça norte-americano, Jeff Sessions, respondendo a uma pergunta sobre Assange, disse que o governo está intensificando seus esforços contra todos os vazamentos de informações sigilosas.

"Sempre que se puder apresentar um caso, procuraremos colocar algumas pessoas na cadeia", disse Sessions.

(Por Simon Johnson)

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Reuters