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By Jeffrey Heller

JERUSALÉM (Reuters) - Israel disse que seus aviões atacaram dez áreas na Faixa de Gaza neste domingo em resposta a ataques de foguetes, mas o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu indicou que uma ação mais ampla no enclave palestino não é iminente.

Em declarações ao seu gabinete neste domingo, Netanyahu prometeu “fazer o que for necessário” para restabelecer a calma nas comunidades de Israel que estão sob ataques de foguetes. Mas ele também advertiu contra um confronto mais amplo com o grupo islâmico Hamas, a força dominante na Faixa de Gaza.

A tensão também estava alta nas cidades e aldeias árabes no norte de Israel e em Jerusalém oriental, depois do sequestro e assassinato de um palestino de 16 anos, na quarta-feira. A autópsia mostrou que ele foi queimado vivo, disse o procurador-geral da Palestina.

Israel prendeu alguns suspeitos do caso, relatou a mídia israelense no domingo.

Os palestinos acreditam que o adolescente foi vítima de direitistas judeus, que se vingaram do sequestro e assassinato de três adolescentes israelenses, que desapareceram quando pediam carona na Cisjordânia ocupada no dia 12 de junho, e cujos corpos foram encontrados na segunda-feira.

O palestino-americano Tariq Khdeir, de 15 anos, primo do adolescente palestino, foi preso por policiais de fronteira israelenses, e sua família diz que ele foi brutalmente espancado durante um protesto na quinta-feira, em Jerusalém Oriental. Os EUA pediram uma investigação.

Um tribunal israelense ordenou no domingo que Khdeir seja liberto da prisão e colocado em prisão domiciliar durante nove dias. Sua mãe disse que a família pretendia voltar para Tampa, Flórida, no dia 16 de julho.

Reuters