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Pessoas se reúnem em local onde van atropelou multidão em Barcelona 24/8/2017 REUTERS/Albert Gea

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Por Angus Berwick

MADRI (Reuters) - Uma célula jihadista que matou 16 pessoas em um ataque duplo na Catalunha neste mês conseguiu escapar de verificações concebidas especificamente para detectar ameaças em potencial, disse o ministro do Interior da Espanha nesta segunda-feira, prometendo rever os procedimentos.

As autoridades espanholas dizem que o grupo inspirado no Estado Islâmico passou meses planejando o ataque em uma cidade ao sul de Barcelona, a capital catalã, onde no dia 17 de agosto um membro atropelou pessoas na avenida mais famosa da cidade.

Na semana passada a Reuters noticiou que a polícia espanhola pode ter perdido a chance de desvendar o complô da célula ao não dar um alarme na esteira de uma grande explosão ocorrida em 16 de agosto na casa onde os agressores preparavam explosivos para um ataque maior.

A polícia acredita que a célula detonou os explosivos acidentalmente, provocando uma explosão que destruiu a casa localizada na cidade de Alcanar e matando dois de seus membros, incluindo um imã suspeito de ter radicalizado os outros.

Depois os agressores remanescentes decidiram usar vans alugadas para o atentado em Barcelona e outro horas depois na cidade turística de Cambrils.

Indagado se as autoridades deveriam ter notado a atividade suspeita na casa de Alcanar, o titular do Interior, Juan Ignacio Zoido, respondeu que a célula driblou alguns controles ao adquirir possíveis materiais para a fabricação de bombas, inclusive 120 cilindros de gás.

"É verdade que estes controles existem. É possível que algumas verificações não tenham sido feitas neste caso, e teremos que determinar como podemos evitar que isto volte a acontecer", disse ele a uma rádio espanhola.

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Reuters