Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Por Parisa Hafezi

ANCARA (Reuters) - Os Estados Unidos são o "inimigo número um" do Irã, e Teerã jamais sucumbirá à pressão de Washington contra um acordo nuclear multinacional, disse o Líder Supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, em um discurso televisionado nesta quinta-feira.

         O presidente norte-americano, Donald Trump, rompeu com outras grandes potências no mês passado ao se recusar a certificar formalmente a obediência do Irã ao pacto nuclear, mediante o qual a maioria das sanções impostas ao regime foram suspensas em troca da contenção de suas atividades nucleares.

         "Os comentários tolos do presidente americano contra nosso povo mostram a profundidade da hostilidade da América por toda a nação iraniana", disse Khamenei, a autoridade máxima do país, a um grupo de estudantes. "A América é o inimigo número um de nossa nação".

         Desde que o acordo foi fechado em 2015, Khamenei continuou a denunciar os EUA publicamente, insinuando que o antagonismo surgido entre os dois países depois da revolução islâmica de 1979 em Teerã não diminuirá por causa do pacto.

         Irã e EUA cortaram os laços diplomáticos pouco depois da revolução, quando estudantes radicais sequestraram 52 norte-americano durante 444 dias. O Irã comemorará o aniversário da tomada da embaixada dos EUA no sábado.

         Trump classificou o acordo nuclear firmado por seu antecessor, Barack Obama, como "o pior acordo já negociado" e adotou uma postura rígida com os iranianos devido aos seus programas nuclear e de mísseis balísticos.

         Washington impôs novas sanções a Teerã devido à sua atividade de mísseis, pedindo que não desenvolva projéteis capazes de transportar bombas nucleares. O Irã disse que não tem tais planos e que seu programa de mísseis só tem objetivos defensivos.          

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters