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Militares quenianos vistos durante patrulha em Kismayu, sul da Somália. 12/11/2013 REUTERS/Siegfried Modola

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Por Abdi Sheikh e Feisal Omar

MOGADÍSCIO (Reuters) - O grupo islâmico Al Shabaab disse que seus combatentes mataram dezenas de soldados do Quênia ao atacarem uma base militar remota na Somália nesta sexta-feira, mas o Exército queniano refutou o relato e disse que "dezenas" de militantes foram mortos.

Um porta-voz do Al Shabaab, que ataca com frequência tropas da força da Missão da União Africana na Somália (Amison, na sigla em inglês), disse que seus combatentes mataram ao menos 66 quenianos na base de Kulbiyow, cidade do sul somali próxima da fronteira com o Quênia.

O Al Shabaab admitiu que perdeu homens, mas não forneceu números. Os números de vítimas fornecidos pelo grupo muitas vezes diferem acentuadamente das versões oficiais.

O porta-voz dos militares quenianos, tenente-coronel Paul Njuguna, negou a afirmação de que os islâmicos mataram dezenas de soldados, mas não deu nenhuma cifra de baixas.

Em um comunicado, o porta-voz disse que os agressores do Al Shabaab usaram um veículo repleto de explosivos para tentar abrir caminho à força no campo das Forças de Defesa do Quênia (KDF).

"Soldados do KDF repeliram os terroristas, matando dezenas", afirmou. Segundo Njuguna, o ataque foi lançado perto do amanhecer desta sexta-feira.

Em janeiro de 2016, o Al Shabaab disse ter matado mais de 100 soldados quenianos em El Adde, um campo somali próximo da divisa com o Quênia. Os militares nunca deram detalhes sobre as baixas, mas reportagens quenianas levaram a crer em um saldo de mortes desta magnitude.

O Al Shabaab, que chegou a controlar grande parte da Somália, quer depor o governo de Mogadíscio, que tem apoio ocidental, e expulsar a força pacificadora de soldados do Quênia, Djibouti, Uganda, Etiópia e outras nações africanas.

(Reportagem adicional de George Obulutsa in Nairóbi)

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Reuters