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ANCARA (Reuters) - A Turquia acusou a Alemanha neste domingo de apoiar uma rede de clérigos muçulmanos que vivem nos Estados Unidos, que considera culpada pela tentativa de golpe do ano passado, em comentários que devem agravar a crise diplomática entre os dois países.

A Alemanha e a Turquia estão envolvidas em uma briga cada vez mais profunda após Berlim ter proibido alguns ministros turcos de falar em eventos de expatriados turcos antes do referendo do mês que vem, alegando preocupações com a segurança pública.  

No domingo, a revista alemã Der Spiegel publicou uma entrevista com o líder da agência alemã de inteligência exterior, que disse que Ancara falhou em convencer que o clérigo Fethullah Gulen foi o responsável pela tentativa de golpe.

"A Turquia tentou nos convencer em todos os níveis, mas até agora não foi bem-sucedida", teria dito Bruno Kahl.

O porta-voz do presidente Tayyip Erdogan disse que os comentários de Kahl eram prova de que a Alemanha está apoiando a rede de Gullen, à qual Ancara se refere como a “Organização Terrorista Gullenista” ou “FETO”.

“É um esforço para invalidar todas as informações que fornecemos a eles sobre a FETO. É um sinal de seu apoio à FETO”, disse Ibrahim Kalin à emissora CNN Turquia.

“Por que eles estão protengendo-os? Porque há instrumentos úteis para a Alemanha usar contra a Turquia”.

A Alemanha não respondeu os comentários. 

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Reuters