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Líder do partido bávaro União Social-Cristã (CSU), Horst Seehofer, fala com repórteres, em Berlim 26/09/2017 REUTERS/Fabrizio Bensch

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Por Andrea Shalal

BERLIM (Reuters) - O líder do partido bávaro União Social-Cristã (CSU), aliado da chanceler alemã, Angela Merkel, disse que os conservadores precisam concordar com políticas sobre limites de imigração, pensões e sistema de saúde antes de iniciarem negociações de coalizão com dois outros partidos.

Líderes do CSU --afetado por uma queda no apoio nas eleições do dia 24 de setembro-- reforçaram sua insistência para um teto de 200 mil imigrantes por ano, uma demanda que Merkel rejeitou, complicando seus esforços para formar um novo governo.

O líder do CSU, Horst Seehofer, disse a um grupo de políticos que os aliados conservadores não podem começar a negociar com os ambientalistas Verdes ou com os pró-mercado Democratas Livres até que as questões internas sejam resolvidas, relatou o jornal Sueddeutsche Zeitung, nesta segunda-feira.

O jornal disse que o primeiro-ministro do Estado alemão da Baviera, que está resistindo a pedidos por sua própria renúncia, disse que os dois partidos estão enfrentando seu maior desafio desde 1976 -- quando seu predecessor, Franz-Josef Strauss, ameaçou por semanas romper a aliança.

Seehofer, cujo maior adversário é o ministro de Finanças da Baviera, Markus Soeder, deve se encontrar com Merkel e outras importantes autoridades no domingo, informou o jornal.

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Reuters