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Placa vista em encontro anual do Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça. 23/01/2016 REUTERS/Ruben Sprich

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Por Ben Hirschler

LONDRES (Reuters) - Sociedades divididas, populismo em ascensão e temores sobre mudanças climáticas no mundo lideram a lista de riscos enfrentados por políticos, presidentes de bancos centrais e líderes empresariais que se reunirão em Davos na semana que vem. 

O mundo mudou dramaticamente um ano após o último encontro nos Alpes Suíços, incluindo com a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos e com a decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia, eventos que demonstraram o grande desencanto popular com a globalização.

"O homem de Davos" — aqueles que se reúnem todos os anos no Fórum Econômico Mundial — enfrenta novas ameaças em 2017 também, com eleições na Holanda, França, Alemanha e provavelmente na Itália, todas oferecendo possibilidade de resultados contrários ao establishment atual. 

Antes da reunião anual em Davos, o relatório Riscos Globais 2017 do fórum divulgado nesta quarta-feira ressaltou o aumento da renda e a desigualdade de riquezas como a tendência mais provável a determinar o desenvolvimento global na próxima década. 

Embora a expectativa seja de que a economia mundial continue crescendo neste ano — auxiliada por cortes de impostos previstos nos EUA, assim como aumento de investimentos em infraestrutura esperados sob o governo de Trump — a ameaça do protecionismo representa um risco de longo prazo. 

Outros perigos não desapareceram, com preocupações climáticas subindo para o topo da agenda, considerando que a chegada de Trump à Casa Branca coloca em dúvida o corte de emissões de carbono dos EUA. Eventos climáticos extremos agora são considerados como o maior risco global proeminente. 

"Muitos desses riscos foram salientados em relatórios anteriores, mas agora eles subiram de lugar e podem ter maior impacto", disse Cecilia Reyes, chefe de avaliação de risco da Zurich Insurance, uma das autoras do relatório.

A reunião de Davos acontecerá de 17 a 20 de janeiro e reunirá 3.000 participantes, incluindo o presidente Xi Jinping, primeiro chefe de Estado da China a ir ao evento, e a primeira-ministra britânica, Theresa May.

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Reuters