Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Por David Fogarty
CINGAPURA (Reuters) - Líderes de países da Ásia e do Pacífico estão recuando da meta de cortar pela metade as emissões de gases do efeito estufa até 2050. Em vez disso, eles se comprometeriam a cortar as emissões "substancialmente" até 2050. É o que diz o último esboço da declaração de reunião de cúpula em Cingapura.
A reunião da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec) é o último grande encontro internacional com líderes importantes antes da cúpula sobre o clima das Nações Unidas em Copenhague, em três semanas.
As esperanças de que Copenhague propicie um novo acordo sobre o assunto são mínimas. As discussões sobre metas têm sido um dos principais obstáculos para as negociações.
O debate na Apec não faz parte das negociações das Nações Unidas, mas qualquer meta para a emissão de gases que os 21 países-membros adotarem será crucial, pois o grupo é responsável por cerca de 60 por cento dessa poluição.
"Copenhague está chegando," afirmou o premiê da Austrália, Kevin Rudd. "Mas, quando você reúne economias que representam uma grande parte do resultado final de uma negociação, essa é uma oportunidade que não pode ser perdida."
A China, o país que mais lança carbono na atmosfera, diz que não se comprometerá com metas, até que os países ricos aumentem as suas.
Neste sábado, a Coréia do Sul deu um ânimo às negociações das Nações Unidas, ao optar pela mais agressiva de três metas voluntárias, segundo uma fonte do governo disse à Reuters em Cingapura. A Coréia do Sul não segue o Protocolo de Kyoto.
Na sexta-feira, Estados Unidos e Japão concordaram em reduzir as suas emissões em 80 por cento até 2050.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.










Reuters