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SANTIAGO (Reuters) - A aprovação dos chilenos ao governo de Michelle Bachelet atingiu o patamar histórico de 80 por cento em outubro, a pouco mais de um mês para as próximas eleições presidenciais, revelou nesta quinta-feira uma pesquisa da Adimark Gfk.
Embora Bachelet não possa se candidatar, os chilenos aprovam o último ano de governo da presidente. Em setembro ela já tinha obtido um recorde de 76 por cento de aprovação.
"A alta vem sendo contínua e sustentada nos últimos 12 meses, como mostrou esse estudo mensal. Bachelet se transformou em um dos líderes mais bem avaliados da América e, provavelmente, do mundo", segundo a Adimark Gfk.
"Estamos na presença de um fenômeno de opinião pública sobre o qual não existem antecedentes comparáveis", acrescentou a empresa.
Há um ano, Bachelet tinha 42 por cento de aprovação, o que significa um aumento de 38 pontos em meio a uma grave crise econômica.
Bachelet, do bloco de centro-esquerda Concertación --que governa o país desde 1990--, assumiu em março de 2006 para um mandato de quatro anos.
Embora o Chile tenha entrado em sua primeira recessão em uma década no primeiro semestre deste ano, a economia começou a se recuperar nos últimos meses, apoiada por um plano milionário do governo e uma agressiva baixa na taxa de juros.
"A alta na popularidade de Bachelet está estreitamente associada às percepções sobre o manejo da economia. A economia é hoje a área do governo melhor avaliada, e o ministro (da Fazenda) Andrés Velasco é o ministro mais bem avaliado do gabinete", disse a Adimark Gfk.
Os chilenos elegerão um novo presidente em dezembro e até agora as pesquisas colocam na dianteira o empresário milionário Sebastián Piñera, da oposição de direita.
(Reportagem de Antonio de la Jara)

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Reuters