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Por Tom Perry e Lisa Barrington

BEIRUTE (Reuters) - A Arábia Saudita informou nesta segunda-feira que o Líbano declarou guerra contra o país pelo que descreveu como agressão contra o reino pelo grupo xiita libanês Hezbollah, apoiado pelo Irã.

O ministro saudita para questões do Golfo, Thamer al-Sabhan, disse em entrevista à Al-Arabiya TV que o governo libanês será “tratado como um governo declarando guerra à Arábia Saudita”.

Sabhan afirmou que esta mensagem havia sido entregue ao político libanês aliado à Arábia Saudita Saad al-Hariri, que declarou sua renúncia como primeiro-ministro do país no sábado em transmissão da Arábia Saudita.

Os atos de “agressão” do Hezbollah contra o reino “foram considerados atos de uma declaração de guerra contra a Arábia Saudita pelo Líbano e pelo Partido Libanês do Diabo”, acrescentou.

Hariri citou um esquema de assassinato contra ele em comunicado anunciando sua renúncia e realizou um ataque mordaz contra o Irã e o Hezbollah por semearem conflitos no mundo árabe.

A crise colocou o Líbano de volta ao front em uma disputa regional entre a Arábia Saudita e o Irã, que também se desenrolou na Síria, Iraque, Barein e Iêmen.

 Não houve comentário imediato do governo libanês.

 Anteriormente nesta segunda-feira, o presidente Michel Aoun, aliado político do Hezbollah, pediu unidade nacional após a renúncia de Hariri, que derrubou uma coalizão do governo que incluía o Hezbollah e que colocou o Líbano em crise política.

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Reuters