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WASHINGTON (Reuters) - O assessor da Casa Branca Gregory Craig, que desempenhou um papel central nos esforços do governo norte-americano para fechar a prisão militar na Baía de Guantánamo, anunciou nesta sexta-feira que pediu demissão.
Craig é a mais alta autoridade do governo de Barack Obama a pedir demissão, e acontece em meio a relatos de insatisfação por conta do modo como ele estava lidando com Guantánamo.
A promessa de Obama de fechar até 22 de janeiro o criticado centro de detenção em Cuba esbarrou em sérios obstáculos, tornando improvável que os estrangeiros suspeitos de terrorismo detidos ali sejam transferidos dentro do prazo estipulado.
Nem Craig nem a Casa Branca informaram o motivo da renúncia do principal advogado de Obama. Informaram apenas que ele estava voltando a atuar na esfera privada.
Craig será substituído pelo advogado democrata Bob Bauer, que trabalhou durante anos para Obama, informou ainda a Casa Branca.
"Greg Craig é um amigo próximo e um conselheiro confiável que enfrentou muitos desafios difíceis como Assessor Jurídico da Casa Branca", disse Obama num comunicado divulgado durante visita a Tóquio, no início de uma viagem pela Ásia.
Craig afirmou que a sua demissão será efetivada no dia 3 de janeiro.
O anúncio foi feito no mesmo dia em que o governo afirmou que o suposto mentor dos ataques de 11 de setembro de 2001, Khalid Sheikh Mohammed, e outros quatro suspeitos seriam enviados de Guantánamo para um julgamento numa corte criminal em Nova York.
(Reportagem de Matt Spetalnick)

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Reuters