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WASHINGTON (Reuters) - Os principais assessores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, irão se reunir na terça-feira para debater se recomendam ou não que o líder retire o país do acordo climático de Paris, disse uma autoridade da Casa Branca nesta segunda-feira.

O pacto, firmado por quase 200 nações na capital francesa em 2015, almeja limitar o aquecimento planetário em parte através do corte do dióxido de carbono e de outras emissões causadas pela queima de combustíveis fósseis. Como parte do acordo, os EUA se comprometeram a reduzir suas emissões em 26 a 28 por cento dos níveis de 2005 até 2025.

    Trump já chegou a dizer que os EUA deveriam "cancelar" o acordo, mas desde que foi eleito pouco falou no assunto.

    Uma autoridade do governo disse que os assessores de Trump irão "debater as opções, com o objetivo de oferecer uma recomendação ao presidente sobre o caminho a seguir".

    Recentemente autoridades da Casa Branca lideradas pelo Conselho Econômico Nacional passaram a pedir conselhos a empresas de energia de capital aberto para decidir se o país continua no pacto.

    Grandes empresas de carvão com ações na bolsa, como Cloud Peak Energy e Peabody Energy, confirmaram à Reuters que disseram a assessores da Casa Branca que é de seu interesse que os EUA continuem no Acordo de Paris para garantir um papel global para usinas de carvão de alta eficiência.

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Reuters