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(Reuters) - Uma jovem de 12 anos e mais cinco pessoas foram baleadas na noite de quarta-feira durante uma vigília em Chicago em homenagem a uma vítima de arma de fogo, disse a mídia local, um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçar intervenção federal contra a violência armada na cidade.

O ataque a tiros ocorreu em um restaurante no bairro de Greater Grand Crossing, onde pessoas se reuniram para lamentar a morte de Jamayah Fields, de 20 anos, que foi morto a tiros na segunda-feira, de acordo com o Chicago Tribune.

Uma gangue descobriu sobre o evento em uma rede social e tinha como alvo alguém que participava da reunião, disse o ativista comunitário Jedidiah Brown ao jornal.

As seis pessoas baleadas estavam sendo tratadas em hospitais locais, disse um porta-voz do Departamento de Polícia de Chicago.

Um jovem de 16 anos baleado no pescoço estava em condição grave. As outras cinco vítimas estavam estáveis, incluindo a jovem de 12 anos que sofreu um ferimento na cabeça.

Ninguém foi levado em custódia pelo ataque a tiros, disse o porta-voz.

Chicago, com população de 2,7 milhões de pessoas, registrou mais tiroteios e homicídios no ano passado do que qualquer outra cidade dos EUA, de acordo com dados do FBI e da polícia de Chicago.

(Reportagem de Brendan O'Brien, em Milwaukee)

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Reuters