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Atiradores matam 17 em ataques a delegacias de polícia e quartel em Uganda

Este conteúdo foi publicado em 06. julho 2014 - 15:10

KAMPALA (Reuters) - Homens armados mataram 17 pessoas quando atacaram três delegacias e um quartel militar em no oeste de Uganda, na região que já foi palco da insurgência de rebeldes islâmicos, informou o Exército neste domingo.

O porta-voz das Forças de Defesa do Povo de Uganda, Paddy Ankunda, disse que entre os mortos estão três policiais e cinco soldados. Um total de 41 agressores foram mortos, enquanto outros 12 foram capturados durante os ataques no sábado à noite, acrescentou.

Os atiradores, que pertencem a uma milícia local, não tinham qualquer ligação com o grupo rebelde islamista ADF-NALU, que atacava a população local no final dos anos 90 e início de 2000. O grupo foi derrotado e forçado a fugir para a selva da vizinha República Democrática do Congo.

“O que sabemos é que essa milícia não tem ligação com o ADF-NALU, mas estamos pesquisando para tentar descobrir quem são seus partidários e quais são seus motivos,” disse Ankunda.

“Estamos interrogando aqueles que capturamos e esperamos encontrar quem está por trás desses ataques”.

Os agressores roubaram 13 armas das delegacias que atacaram, acrescentou o porta-voz militar.

Uganda teme que se o ADF-NALU não for monitorado pelo governo tolerante do leste do Congo, se transforme em uma ameaça para seus campos de petróleo na bacia de Albertine, onde Tullow Oil, Total e CNOOC da China estão se preparando para produção comercial.

(Reportagem de Elias Biryabarema)

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