Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Primeiro-ministro ausrtraliano, Tony Abbott, participa de missa em memória aos mortos no avião da Malaysia Airlines em Sydney. 20/07/2014. REUTERS/David Gray

(reuters_tickers)

Por Matt Siegel

SYDNEY (Reuters) - A Austrália enviará à Europa 100 policiais adicionais e alguns oficiais de defesa para integrarem uma força de segurança liderada pela Holanda que têm como objetivo garantir a segurança do local da queda do voo MH17 da Malaysia Airlines, afirmou o primeiro-ministro Tony Abbott nesta sexta-feira.

Oficiais da Polícia Federal Australiana (AFP, na sigla em inglês), alguns deles armados, se unirão a um contingente de outros 90 policiais da AFP que já estão em Londres, esperando por um acordo com o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, ser aprovado pelo Parlamento da Ucrânia,

“Esta é uma missão humanitária, com um objetivo simples e claro”, disse Abbott a repórteres. “Eu espero que a operação em solo na Ucrânia, caso seja aprovada, não dure mais do que algumas semanas."

Abbott anunciou na quinta-feira que 50 policiais haviam sido levados a Londres antes da missão, mas uma porta-voz da polícia disse na sexta-feira que o número era de 90. Ainda não estava claro o motivo da discrepância nos números.

Na terça-feira, Abbott disse que os rebeldes apoiados pela Rússia, que controlam a área ao redor da queda do avião, estavam manipulando as provas e argumentou que polícia e forças militares estrangeiras eram necessárias para garantir que isso não continuasse.

O Boeing 777 foi abatido na semana passada no leste da Ucrânia em rota de Amsterdã para Kuala Lumpur, matando 298 passageiros e tripulantes a bordo. Vinte e oito australianos foram mortos.

(Por Matt Siegel)

Reuters