Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Por David Lawder

WASHINGTON (Reuters) - Auxiliares do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacaram neste domingo a credibilidade da agência não partidária que analisará os custos de um substituto do Obamacare, com a Casa Branca buscando reprimir a oposição de vários republicanos.

O Escritório de Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês), que fornece estimativas oficiais de projetos de lei no orçamento, deve emitir um relatório na segunda-feira que avaliará a legislação de saúde desenvolvida pelos líderes republicanos da Câmara dos Deputados.

O relatório pode influenciar o sentimento sobre um projeto que já está sendo criticado por democratas e muitos republicanos conservadores, especialmente se sugerir que a lei reduziria o número de norte-americanos com cobertura de saúde ou que pioraria os déficits orçamentários dos EUA.

Em uma série de entrevistas para a televisão, o diretor de orçamento da Casa Branca, Mick Mulvaney e o principal conselheiro econômico da Casa Branca, Gary Cohn, disseram que o CBO está se concentrando nas métricas erradas com estimativas que fornecerão o número de pessoas sem plano de saúde. Cohn e Mulvaney disseram que, em vez disso, o CBO deveria analisar se os pacientes podem ou não pagar para irem ao médico.

"Eu amo o pessoal do CBO, eles trabalham duro, realmente, mas as vezes nós pedimos que eles façam coisas que não são capazes de fazer e estimar o impacto de uma conta deste tamanho provavelmente não é o melhor uso do tempo deles", disse Mulvaney ao programa 'This Week', da rede ABC.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

Reuters