Por Jason Lange e Joseph Ax

WASHINGTON/NOVA YORK (Reuters) - Os pré-candidatos presidenciais democratas dos Estados Unidos miraram na quinta-feira um rival cujo nome não constou das cédulas das votações dos primeiros Estados, mas cujos anúncios de televisão estão por toda a parte: o ex-prefeito de Nova York e bilionário Michael Bloomberg.

O ex-vice-presidente Joe Biden e a senadora Elizabeth Warren, do Massachusetts, que se saíram mal nas duas primeiras disputas em Iowa e New Hampshire, atacaram Bloomberg por causa de táticas de policiamento adotadas por ele na maior cidade do país e por seus comentários a respeito de uma prática de hipoteca vista amplamente como racialmente discriminatória.

Biden fez uma passagem rápida pela cidade de Nova York, onde protagonizou alguns eventos de arrecadação de recursos e prometeu que conquistará a indicação do partido, apesar de sua largada lenta nas primeiras votações.

Os democratas estão disputando a chance de enfrentar o presidente republicano Donald Trump na eleição de 3 de novembro. Outros pré-candidatos seguiram para Nevada, onde cortejar os eleitores latinos e conseguir o apoio dos sindicatos será crucial no caucus estadual de 22 de fevereiro.

Biden admitiu que decepcionou em Iowa e New Hampshire, mas enfatizou que 98% dos eleitores ainda não se pronunciaram – incluindo eleitores negros em Estados mais diversificados que vêm apoiando Biden de maneira contínua nas pesquisas de opinião.

"Tenho confiança de que venceremos na Carolina do Sul. Acho que venceremos ou que estaremos em uma corrida muito disputada, uma ou duas, em Nevada", disse Biden sobre os próximos dois Estados na disputa.

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